BIBLIOTECA

Tudo que você precisa saber sobre Sale & Leaseback e novidades da 4Invest.

A

ABL – ÁREA BRUTA LOCÁVEL
Somo de todas as áreas disponíveis para a locação e, portanto, geradoras de receitas. É utilizada como base para o cálculo das métricas relacionadas ao portfolio.
AMORTIZAÇÃO
Termo utilizado em financiamentos, que consiste na parcela da prestação paga periodicamente (em geral mensalmente) referente à redução do saldo devedor do financiamento. Através da amortização, o valor total da dívida cai, de forma que ao longo do financiamento as prestações tendem a diminuir, pois a parcela referente à amortização do saldo devedor diminui. No mercado brasileiro são utilizadas três metodologias distintas de amortização do saldo devedor dos financiamentos: o SAC (Sistema de Amortização Constante), a TP (Tabela Price) e, mais recentemente, o SACRE (introduzido pela Caixa Econômica Federal).
ANÁLISE DE INDICADORES
Análise do desempenho de uma empresa com base no resultado de alguns indicadores, que podem ser agrupados como: indicadores de atividade, de estrutura de capital, de liquidez, e de rentabilidade. Em geral estes indicadores são calculados com base nos dados disponíveis no balanço patrimonial e no demonstrativo de resultado da empresa, possibilitando a comparação relativa entre empresas e setores.
ANÁLISE DE VIABILIDADE
Avaliação das possibilidades de sucesso de um projeto, através de um exame cuidadoso das características e variáveis que possam afetar o sucesso deste projeto. A análise de viabilidade é usada para ajudar uma empresa no processo decisório, em geral referente à implementação ou não de um negócio/projeto.
ATIVO
Termo que determina propriedades ou itens de valor possuídos por uma empresa ou pessoa. No caso das empresas, representa todos os itens (caixa, estoques, créditos, imóveis, equipamentos, investimentos etc.) que a empresa possui e que estão contabilizados em seu balanço patrimonial. Em geral, os ativos de uma empresa são alocados em três categorias, de acordo com a sua liquidez e duração (ativo circulante, realizável no longo prazo e permanente). O total de ativos de uma empresa equivale à soma dos seus passivos e de seu patrimônio líquido.
ATIVO IMOBILIZADO
Um dos componentes do balanço patrimonial das empresas. O ativo imobilizado é composto da soma dos bens tangíveis utilizados nas atividades operacionais da empresa e que não devem ser convertidos em dinheiro, ou consumidos no curso das atividades da empresa (ex. imóveis, maquinário, equipamento, terrenos etc.).
ATIVO PERMANENTE
Um dos componentes do balanço patrimonial das empresas. O ativo permanente reflete a soma dos ativos imobilizados (imóveis, maquinário etc.) e dos investimentos de longo prazo (participações em empresas coligadas etc.) de uma empresa

B

B2B
Sigla em inglês que significa “Business to Business”, ou, em português, transação de empresa com empresa. Este termo é usado para definir os negócios entre empresas, que são conduzidos através da rede mundial de computadores (ou internet).
B2C
Sigla em inglês que significa “Business to Consumer”, ou, em português, transação de empresa com consumidor. Este termo é usado para definir os negócios entre uma empresa e seus consumidores, que são conduzidos através da rede mundial de computadores (ou internet). Estes negócios podem incluir desde a oferta de serviços de pós-venda, de promoção, assim como propaganda aos clientes da empresa.
BALANCETE
Balanço parcial da situação econômica e do patrimônio de uma empresa, que se refere a um período específico do exercício social da empresa. Ao contrário do balanço patrimonial, que é divulgado com periodicidade específica, o balancete pode ser publicado sempre que necessário.
BALANÇO PATRIMONIAL
Demonstração financeira que detalha e quantifica os ativos, passivos e patrimônio de uma empresa. Em termos de unidades monetárias, o balanço mostra o que a empresa possui (ativos), o quanto deve (passivos), o quanto seus acionistas já investiram na empresa (capital) e o quanto ganhou ou perdeu desde sua abertura (reserva de resultados). O balanço apresenta estas informações em uma determinada data, como último dia de um trimestre, semestre ou ano.
BENS DE CAPITAL
Engloba os bens que são utilizados para a produção de outros bens, como é o caso, por exemplo, das máquinas, equipamentos etc.
BENS DE PRODUÇÃO
Muitas vezes o termo é usado como sinônimo de bens de capital, mas em alguns casos é usado para denominar, além dos bens de capital, os bens intermediários e as matérias primas.
BOOK PRESENTATION
Material sobre a oferta do ativo imobiliário, produzido pela 4Invest.com.br, para a apresentação aos investidores. Nele está o resumo dos principais dados da operação e levantamento fotográfico da propriedade.
BRANDING
Processo de identificação de produto ou serviço pela atribuição de marca, símbolo e/ou nome identificativo.
BROKER
Empresa imobiliária, agente de vendas, corretor de imóveis, corretora, devidamente licenciados que , por um fee (honorário), atuam em operações de Real Estate de acordo com as leis e normas do País.

C

CAP RATE (Capitalization Rate)
Corresponde a receita mensal de um imóvel anualizada (12 meses) dividida pelo valor do imóvel.
CAP RATE NOI (Capitalization Rate Net Operating Income)
Corresponde a receita mensal de um imóvel anualizada (12 meses), excluídas as despesas e impostos decorrentes da operação e dividida pelo valor do imóvel.
Exemplo: Uma propriedade possui uma receita bruta de R$ 300.000,00 e despesas operacionais de R$ 100.000,00 (a receita líquida será de R$ 200.000,00 – NOI), sendo o preço de compra do bem R$ 2.000.000,00 faremos o seguinte cálculo:
Net Operating Income: NOI /PREÇO DE COMPRA DO BEM = R$ 200.000,00/R$ 2.000.000,00 = 10% CAP RATE NOI
CARTEIRA DE INVESTIMENTOS
Muitas vezes usado apenas como “carteira” este termo descreve um grupo de investimentos que o investidor possui, ou que compõe o fundo de investimento. Uma carteira de investimentos pode ser composta de vários instrumentos financeiros (ex. ações, títulos de renda fixa etc.) No caso da indústria de fundos de investimentos, quando se usa o termo carteira se refere ao conjunto de aplicações financeiras nas quais o gestor aplica os recursos captados pelo fundo. É responsabilidade do gestor administrar esta carteira tentando sempre otimizar seu retorno para um dado risco aceito pelos investidores através da compra e venda de ativos financeiros.
COMPANHIA HOLDING
Termo usado em contabilidade para denotar a empresa que possui, como atividade principal, a participação acionária em uma ou mais empresas. A maior fonte de receita destas empresas são dividendos provenientes das empresas nas quais a companhia holding tem participações. É bastante comum a criação deste tipo de companhia por motivos fiscais.
COMPLIANCE
Conjunto de ações para fazer cumprir as normas legais e regulamentares, as políticas ou as diretrizes estabelecidas para um negócio, bem como evitar quaisquer desvios.
CONDOMINIO EMPRESARIAL
Conjunto de pequenas empresas localizadas em uma mesma região, organizadas de forma contratual, que se unem para viabilizar soluções econômicas e sociais e investimentos planejados.
CRI -CERTIFICADO DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS
O Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) é um título que gera um direito de crédito ao investidor. Ou seja, o mesmo terá direito a receber uma remuneração (geralmente juros) do emissor e, periodicamente, ou quando do vencimento do título, receberá de volta o valor investido (principal).

D

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
Termo que define uma série de relatórios que categorizam e quantificam as principais contas de uma empresa. Dentre as demonstrações financeiras mais utilizadas estão o balanço patrimonial, a demonstração de resultado, a demonstração das origens e aplicações de recursos, e as alterações do patrimônio líquido, além das notas explicativas que acompanham as demonstrações acima.
DEMONSTRATIVO DE RESULTADOS
Demonstração financeira que detalha e quantifica as receitas e despesas de uma empresa. Em termos de unidades monetárias, o demonstrativo de resultados mostra o que a empresa recebe, o quanto gasta e o resultado de suas operações. O demonstrativo de resultados apresenta estas informações em um determinado intervalo de tempo, sendo que as empresas listadas são obrigadas a publicar demonstrativos trimestrais e anuais.
DESPESAS DE OPERAÇÃO
Valores dispendidos para a manter a propriedade. Exclui-se deste cálculo as despesas financeiras, taxas e depreciação. Exemplo de despesas operacionais:
– Custos de manutenção
– Honorários do gerenciamento da propriedade
– IPTU
– Seguros
DESPESAS DE ORIGINAÇÃO
Estão inclusos neste custos os relatórios de crédito, levantamento da situação legal e marketing .
DUE DILIGENCE
É uma terminologia utilizada habitualmente no âmbito de aquisições corporativas para se referir ao processo de busca de informação sobre uma empresa ou ativo. A análise inclui aspectos como sua área de atividade, sua situação jurídica, fiscal e econômica, as possibilidades e perspectivas para o futuro do negócio, além do estado de seus ativos e passivos.

E

EBITDA
Sigla que vem do inglês “Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization”. Em português significa lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização e pode ser substituído pela sigla LAJIDA. Ver definição em LAJIDA.
ENDIVIDAMENTO DE LONGO PRAZO
Indicador usado em análise financeira, que serve para entender a estrutura de capital de uma empresa. O indicador é calculado como sendo a porcentagem do capital investido da empresa composta por fundos de longo prazo provenientes de terceiros. O capital investido em uma empresa é definido como a soma das suas obrigações de longo prazo com terceiros (dívida de longo prazo) e do capital investido pelos seus acionistas (patrimônio líquido).
ENDIVIDAMENTO SOBRE PATRIMÔNIO
Indicador usado em análise financeira, que expressa a relação entre o capital da empresa contribuído por terceiros e aquele contribuído por seus acionistas. Um indicador baixo significa que a empresa pode ter mais flexibilidade para levantar empréstimos com terceiros, e vice-versa. O endividamento sobre patrimônio de uma empresa é determinado como sendo o resultado da divisão da dívida líquida da empresa pelo seu patrimônio líquido
FAMILY OFFICE
É uma estrutura criada para fornecer assessoria completa para famílias com considerável patrimônio, que abrange as áreas jurídica, contábil, fiscal e de investimentos.
ENDIVIDAMENTO TOTAL
Indicador financeiro de estrutura de capital, que expressa a relação entre a dívida total da empresa em relação ao capital investido na empresa. O capital investido é definido como a soma da dívida de longo prazo e o patrimônio líquido da empresa.

F

FII – FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO
O Fundo de Investimento Imobiliário (FII) é uma comunhão de recursos destinados à aplicação em ativos relacionados ao mercado imobiliário. Cabe ao administrador, uma instituição financeira específica, constituir o fundo e realizar o processo de captação de recursos junto aos investidores através da venda de cotas.
Os recursos captados na venda das cotas poderão ser utilizados para a aquisição de imóveis rurais ou urbanos, construídos ou em construção, destinados a fins comerciais ou residenciais, bem como para a aquisição de títulos e valores mobiliários ligados ao setor imobiliário, tais como cotas de outros FIIs, Letra de Crédito Imobiliário (LCI), Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI), ações de companhias do setor imobiliário etc.
FLUXO DE CAIXA
Termo usado para denominar o demonstrativo de origem e aplicação de recurso divulgado pelas empresas, e que tem periodicidade anual. Este demonstrativo ilustra as origens do aumento do caixa da empresa, assim como as formas como estes recursos foram aplicados. O termo também pode ser usado em referência a um indicador de análise financeira que, através de elementos do demonstrativo de resultado, estima qual é a geração de caixa da empresa. Neste caso, o fluxo de caixa da empresa é estimado como sendo o lucro líquido da empresa mais depreciação e amortização no mesmo período.
FLUXO DE CAIXA DESCONTADO
Metodologia de cálculo de valor de uma empresa, baseado em trazer a expectativa de geração de caixa futura da companhia para o presente utilizando uma taxa de desconto. Desta forma, chega-se ao valor estimado para os fluxos de caixa de uma empresa descontando-os pelos custos de capital apropriados
FUNDO DE INVESTIMENTO
Os fundos de investimentos são a forma mais conhecida de aplicação financeira, e funcionam como uma espécie de condomínio de recursos individuais de pessoas físicas ou jurídicas. Na maioria dos casos esses fundos funcionam como um condomínio aberto, sem limite máximo de participantes, administrado com a finalidade de aplicar estes recursos no mercado e maximizar o retorno para o investidor (cotista). Mas em alguns casos, podem ser fechados, em geral estes fundos não permitem o saque a qualquer momento, e o investidor deve manter a aplicação por um prazo determinado de tempo. A soma das aplicações individuais de cada um dos cotistas constitui o patrimônio do fundo.
FUNDO DE PENSÃO
Conjunto de recursos obtidos através da contribuição de empregados e da empresa administradora por uma entidade a ela vinculada. Estes recursos são aplicados em uma carteira diversificada de ações e outros títulos mobiliários e imóveis. O objetivo dos fundos de pensão é o de gerar uma renda complementar para a aposentadoria das pessoas que participam do fundo.
FUNDO IMOBILIÁRIO
São fundos cujos recursos captados são direcionados a empreendimentos imobiliários específicos, como, por exemplo, flats, hotéis e shoppings. Em alguns casos são fechados e dirigidos a grandes investidores, e em outros possuem cotas nas quais pequenos investidores também podem investir. A rentabilidade dos fundos imobiliários (FI) se origina no recebimento dos direitos sobre os imóveis, como aluguéis e concessões, exatamente como num investimento imobiliário convencional. Em teoria o benefício de se aplicar em um fundo de investimento imobiliário é o da diversificação do risco, na medida que o montante recebido pelo fundo é dividido igualmente entre os cotistas, balanceando as perdas por inadimplência ou não locação do imóvel com os ganhos das outras unidades. Para se ter uma situação equivalente a essa no mercado imobiliário seria necessário possuir uma grande carteira de imóveis, o que demandaria um patrimônio muito maior do que o necessário para participar de um fundo.

G

GARANTIA
O termo garantia, ou colateral, se refere aos itens usados por uma empresa ou indivíduo para sustentar o crédito quando levanta um financiamento. Assim, a garantia de um empréstimo pode ser qualquer ativo sobre o qual o credor (quem emprestou o dinheiro) tem um direito legal, que pode ser exercido caso o tomador do empréstimo não cumpra alguma das cláusulas do contrato.

I

IMÓVEL COMERCIAL
Propriedade designada para uso não residencial, geralmente relacionada à uma atividade empresarial. São exemplos de imóveis comerciais : shoppings centers, lojas de varejo , prédios de escritórios, hotéis , centros logísticos, self storages , dentre outros.
IMÓVEL COM RENDA
Propriedade que gera receitas provenientes da locação da propriedade para terceiros.
IMÓVEL INDUSTRIAL
Imóveis industriais são aqueles utilizados para a produção industrial, nesta categoria podemos incluir também os centros logísticos e áreas de pesquisa e desenvolvimento.
INDICADORES
Informações numéricas que servem para relacionar as entradas (matéria prima e recursos em geral) e saídas (produtos), assim como o desempenho dos processos de uma empresa.
INDICADORES DE ATIVIDADE
Os indicadores de atividade são usados na análise financeira de uma empresa e servem para medir a rapidez com que várias contas são convertidas em vendas ou caixa. Entre os indicadores mais utilizados estão: giro de estoques, giro de caixa e período médio de cobrança.
INDICADORES DE ESTRUTURA DE CAPITAL
Esses indicadores são usados em análise financeira e permitem analisar a posição de endividamento e capacidade de uma empresa em gerar caixa suficiente para o pagamento de juros e principal de suas dívidas. Entre os indicadores mais utilizados estão os indicadores de endividamento, de retenção de lucro, etc.
INDICADORES DE LIQUIDEZ
Os indicadores de liquidez calculam a capacidade da empresa em gerar um fluxo de caixa suficiente para cobrir suas despesas de curto e longo prazo. Os principais indicadores de liquidez são capital circulante, índice de liquidez corrente, liquidez seca e liquidez geral.
INVESTIDOR QUALIFICADO
Classe de investidor institucional, ou profissional, que já está familiarizado com as operações de investimento realizadas no mercado financeiro e de capitais. A CVM editou regulamentação estabelecendo os critérios de definição deste tipo de investidor, dentre os exemplos deste tipo de investidor podemos citar: fundações, seguradoras, administradores de recursos, etc.
INVESTIMENTO
Emprego da poupança em atividade produtiva, com o objetivo de auferir ganhos a médio ou longo prazo. É utilizado, também, para designar a aplicação de recursos em algum tipo de ativo financeiro.
INVESTMENT GRADE
Termo em inglês para qualificar empresas ou governos com boa capacidade de pagamento, aqueles com “grau de investimento”.

J

JURO COMPOSTO
Quando os juros são pagos não apenas sobre o valor do principal, mas também sobre os juros obtidos em relação ao principal nos períodos anteriores. No cálculo de juro composto, o juro obtido em um período é incorporado ao principal no período seguinte.
JURO DE MORA
Também conhecido como juro de atraso, o termo define as taxas de juros cobradas pelas administradoras de cartão de crédito no caso de atraso de pagamento. Também pode ser aplicado nos contratos em geral como forma de proteger o prestador de serviço contra o atraso nos pagamentos.
JURO NOMINAL
Quando se fala em taxa de juros existem duas formas de expressá-las. A primeira inclui a correção monetária do valor emprestado e é chamada de taxa nominal, a segunda não inclui esta variação e é denominada taxa real de juros. Em geral as taxas oferecidas nas principais modalidades de financiamento são expressas em termos nominais, ou seja, sem descontar a inflação no período.
JURO REAL
Termo que se refere a uma das duas formas de se expressar uma taxa de juros, a outra sendo a taxa nominal. A taxa real de juros é determinada como sendo a taxa que incide sobre um empréstimo (ou financiamento) sem incluir a correção monetária do montante emprestado. Para obter a taxa de juros real deve-se descontar a correção monetária da taxa de juros nominal. Em condições de inflação zero os juros real e nominal são iguais.
JURO SIMPLES
Ao contrário do juro composto, neste caso o juro é pago apenas sobre o valor do principal (ou montante) do empréstimo ou aplicação.
JURO SOBRE CAPITAL PRÓPRIO
Forma de distribuir o lucro da empresa. Mas diferente do dividendo, que é classificado como parte do lucro líquido da empresa, o juro sobre capital próprio entra como despesa antes do lucro para a empresa, o que faz com que ela não tenha que arcar com o pagamento de imposto de renda sobre o valor. Por isso o juro sobre capital próprio é informado ao investidor no valor bruto (antes do IR) e no valor líquido (depois do IR), já que o imposto acaba sendo pago pelo acionista beneficiado.

L

LAJIDA
Sigla que significa “Lucro Antes de Juros, Imposto de Renda, Depreciação e Amortização”, e que dá uma idéia da capacidade de geração de caixa operacional de uma empresa. A diferença entre o LAJIR e o LAJIDA é que este último exclui as despesas que não alteram o caixa de uma empresa, como é o caso da depreciação e amortização de ativos.
LIQUIDEZ CORRENTE
Indicador usado na análise financeira de uma empresa, que determina o quanto esta empresa tem a receber no curto prazo em relação a cada unidade monetária que deve pagar no mesmo período. A determinação exata de um índice aceitável depende do setor onde a empresa atua. Quanto mais previsíveis forem os fluxos de caixa de uma empresa, menor será o índice de liquidez corrente exigido. O indicador é calculado como sendo o quociente entre o ativo circulante e o passivo circulante da empresa.
LIQUIDEZ GERAL
Indicador de análise financeira, utilizado para medir a liquidez de uma empresa. Ao contrário do indicador de liquidez corrente, que indica quanto uma empresa tem a receber em relação ao que deve no mesmo período, este indicador engloba também os ativos e passivos de longo prazo, ou seja, aqueles que serão realizados em um prazo superior a um ano. Este indicador é calculado como sendo o quociente entre a soma do ativo circulante mais o ativo de longo prazo pelo passivo circulante mais o passivo de longo prazo da empresa.
LONGO PRAZO
Período superior a um ano. Termo frequentemente usado em referência ao período de duração ou prazo de vencimento de um investimento e/ou linha de crédito. Em operações de Sale & Leaseback considera-se longo prazo períodos iguais ou superiores a 10 anos.
LUCRO LIQUIDO
Lucro disponível aos acionistas, ajustado para eventuais despesas ou receitas extraordinárias. É um dos principais itens do demonstrativo de resultados analisado pelos analistas.

M

MARGEM BRUTA
Indicador usado na análise financeira de empresas, que expressa a relação entre o resultado bruto da empresa e sua receita líquida de vendas. A margem bruta indica a percentagem de cada R$ 1 de venda que restou após o pagamento do custo das mercadorias e pode ser calculada como sendo o quociente entre o resultado bruto e a receita líquida de vendas da empresa.
MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO
Porcentual de cada R$ 1 em vendas, que sobra depois de serem descontadas todas as despesas variáveis
MARGEM LÍQUIDA
Indicador usado na análise financeira de empresas, que expressa a relação entre o lucro líquido da empresa e a sua receita líquida de vendas. A margem líquida determina a porcentagem de cada R$ 1 de venda que restou após a dedução de todas as despesas, inclusive o imposto de renda, e é calculada como sendo o quociente entre o lucro líquido e a receita líquida de vendas da empresa.
MARGEM OPERACIONAL
Indicador usado na análise financeira de empresas. Como no Brasil o resultado operacional já desconta a despesa líquida com juros, a margem operacional determina a porcentagem de cada R$ 1 de venda que restou após a dedução de todas as despesas, menos o imposto de renda e as despesas não operacionais ou extraordinárias. Pode ser calculado como sendo o quociente entre o resultado operacional e a receita líquida de vendas da empresa.
MBA (Master in Business Administration)
Sigla em inglês de “Master in Business Administration”, que denomina o programa de pós-graduação em administração de empresas que oferece aos estudantes uma experiência acadêmica prática em negócios.
MÉDIA EMPRESA
Segundo o Sebrae o termo denomina todas as organizações e empresas que têm entre 100 e 499 empregados e faturamento anual acima de R$ 1,2 milhão.
MIDDLE MARKET (Empresas)
Segmento de mercado associado a empresas consideradas médias. Não há uma padronização oficial para essa classificação. Por vezes, refere-se à faixa de mercado na qual se situam as empresas com faturamento anual entre US$ 30 milhões e US$ 150 milhões, mas o intervalo pode ser diferente, de R$ 8 milhões a R$ 300 milhões, por exemplo.
MOU (Memorandum of Understending)
Termo em inglês que significa Memorando de Entendimento, é um acordo firmado entre duas ou mais partes para alinhar os termos e detalhes de um entendimento, assim como seus direitos e deveres.Na maior parte das vezes serve como primeiro passo para a formalização de um documento jurídico mais elaborado como um contrato.

N

NÍVEL 1 (N1) DE GOVERNANÇA CORPORATIVA
Visando melhorar as práticas de governança corporativa do mercado e permitir uma maior diferenciação das empresas que seguem estas práticas, a Bovespa criou níveis diferenciados de governança corporativa. O nível mais básico desta classificação é o Nível 1, no qual as companhias se comprometem com melhorias na prestação de informações ao mercado e com a dispersão acionária. As práticas agrupadas no Nível 1 são: Manutenção em circulação de uma parcela mínima de ações, representando 25% do capital; Realização de ofertas públicas de colocação de ações por meio de mecanismos que favoreçam a dispersão do capital; Melhoria nas informações prestadas trimestralmente, entre as quais a exigência de consolidação e de revisão especial; Cumprimento de regras de disclosure em operações envolvendo ativos de emissão da companhia por parte de acionistas controladores ou administradores da empresa; Divulgação de acordos de acionistas e programas de stock options; Disponibilização de um calendário anual de eventos corporativos
NÍVEL 2 (N2) DE GOVERNANÇA CORPORATIVA
Visando melhorar as práticas de governança corporativa do mercado e permitir uma maior diferenciação das empresas que seguem estas práticas, a Bovespa criou níveis diferenciados de governança corporativa. O nível intermediário desta classificação é o Nível 2, no qual as companhias se comprometem a aceitar as obrigações contidas no Nível 1, mais um conjunto maior de práticas de governança e de direitos adicionais para os minoritários. Os critérios de listagem são: Mandato unificado de 1 ano para todo o Conselho de Administração; Disponibilização de balanço anual seguindo as normas do US GAAP ou IAS; Extensão para todos os acionistas detentores de ações ordinárias das mesmas condições obtidas pelos controladores quando da venda do controle da companhia e de, no mínimo, 70% deste valor para os detentores de ações preferenciais; Direito de voto às ações preferenciais em algumas matérias, como transformação, incorporação, cisão e fusão da companhia e aprovação de contratos entre a companhia e empresas do mesmo grupo; Obrigatoriedade de realização de uma oferta de compra de todas as ações em circulação, pelo valor econômico, nas hipóteses de fechamento do capital ou cancelamento do registro de negociação neste Nível; Adesão à Câmara de Arbitragem para resolução de conflitos societários.
NOVO MERCADO
O Novo Mercado é um segmento de listagem criado pela Bovespa que diferencia a negociação de ações emitidas por empresas que se comprometem com a adoção de práticas de governança corporativa e abertura de informações adicionais em relação ao que é exigido pela legislação. Para uma empresa entrar no Novo Mercado, ela precisa aderir a um conjunto de regras societárias, conhecidas como boas práticas de governança corporativa, que são muito mais rígidas do que as determinadas pela legislação brasileira. Este conjunto de regras amplia os direitos dos acionistas, melhora a qualidade das informações usualmente prestadas pelas companhias e, ao determinar a resolução dos conflitos por meio de uma Câmara de Arbitragem, oferece aos investidores a segurança de uma alternativa mais ágil e especializada. Para medir a performance das ações que participam deste segmento de listagem, a Bovespa criou o IGC – Índice de Ações com Governança Corporativa Diferenciada, que inclui tanto as empresas que aderiram às regras do Novo Mercado, como também aquelas que fazem parte dos Níveis 1 e 2 de Governança Corporativa, que são intermediários entre os padrões que constam da legislação brasileira e aqueles do Novo Mercado.

O

OFERTA TOTAL (NO MERCADO IMOBILIÁRIO)
Número total de propriedades que são ofertadas (colocadas à venda ou para locação) no mercado imobiliário em um determinado período de tempo.
OPÇÃO DE COMPRA
Uma opção de compra dá o direito ao titular da opção de comprar uma quantia de um determinado ativo a um preço pré-estabelecido (o preço de exercício) dentro de um determinando período de tempo (o prazo de vigência da opção). Também denominado como call, termo que vem do inglês.
OPÇÃO DE VENDA
Uma opção de venda dá o direito ao titular da opção de vender um montante de um determinado ativo a um preço pré-estabelecido (o preço de exercício) dentro de um determinando período de tempo (o prazo de vigência da opção).
OTIMIZAÇÃO DE CARTEIRA (OU PORTFOLIO)
Descreve o processo pelo qual um investidor (ou administrador de recursos) altera uma carteira de investimento com o objetivo de reduzir os riscos para uma rentabilidade esperada. Por exemplo, para uma dada rentabilidade (ex. 30%) o administrador aloca os ativos na carteira de forma que a rentabilidade esperada seja atingida com o mínimo de risco.

P

PASSIVO CIRCULANTE
Soma de todos os passivos de uma empresa cujo vencimento é inferior a um ano. Em geral inclui contas como fornecedores, dívida de curto prazo, imposto a pagar etc.
PATRIMÔNIO DE FUNDO DE INVESTIMENTOS
Equivale à soma das aplicações de todos os investidores no fundo, descontadas as despesas inerentes à administração do fundo e as taxas de administração e performance.
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
Um dos componentes do balanço patrimonial de uma empresa, o patrimônio líquido ou valor patrimonial reflete a soma do capital social realizado, reservas de capital, reservas de reavaliação, reservas de lucro e lucro ou prejuízo acumulados período. O total de ativos de uma empresa equivale à soma de todos os seus passivos mais seu patrimônio líquido.
PORTFOLIO
Conjunto de ativos de uma carteira de investimentos.
PREÇO PEDIDO
Preço por metro quadrado construído pedido pelo proprietário para locação ou venda.
PRIVATE EQUITY
Termo que vem do inglês e denomina uma forma de financiamento alternativa, utilizada por empresas, de médio ou grande porte, para garantir o desenvolvimento e a expansão de suas atividades. As empresas alvo deste investimento temporário, em geral, gozam de taxas significativas de crescimento e nível de risco médio ou baixo. O termo Private Equity pode também descrever os investidores que atuam na aquisição de participações em empresas existentes, de maior porte, e que não requeiram a colaboração direta do investidor na gestão do negócio.

R

RATING
Classificação atribuída à qualidade de crédito do emissor. Há basicamente três agências internacionais de classificação de risco mais importantes, a saber: Fitch, Moody´s e Standard & Poor´s, que atribuem notas aos títulos emitidos por uma empresa ou um governo com o intuito de medir a probabilidade de inadimplência – essa nota é o rating.
RECEBÍVEIS
Termo usado para denominar todos os ativos que uma empresa tem direito de receber como, por exemplo, notas promissórias.
RESULTADO OPERACIONAL
Indicador que faz parte do demonstrativo de resultado de uma empresa e que é determinado como sendo o lucro obtido pela empresa depois de se deduzir da receita líquida de vendas o custo de mercadoria vendida, as despesas de pessoal, as despesas administrativas, as despesas financeiras e outras despesas operacionais. Trata-se de um conceito mais utilizado para empresas não financeiras. Em alguns países o resultado operacional é calculado antes das despesas financeiras, mas no Brasil, como herança da época hiper-inflacionária, em que a maioria dos itens do demonstrativo de resultado era corrigida monetariamente, estas despesas são incluídas no resultado operacional.
RETORNO SOBRE ATIVO
Indicador de análise financeira que mede o lucro gerado pelo uso dos ativos da empresa e que varia muito, dependendo da indústria em que a empresa atua. Este indicador pode ser calculado como sendo o quociente entre o lucro líquido obtido pela empresa e seus ativos totais.
RETORNO SOBRE CAPITAL INVESTIDO
Indicador de análise financeira que mede o retorno sobre o capital total investido na empresa (pelos acionistas e por terceiros). O capital investido é definido como a soma do patrimônio líquido (acionistas) e da dívida de longo prazo (de terceiros) da empresa.
RISCO (DE INVESTIMENTO)
Termo usado para denominar a variabilidade de retornos relativos a um investimento. Alguns autores diferenciam risco de incerteza, afirmando que ao primeiro pode-se atribuir uma distribuição de probabilidades, o que não ocorreria com o segundo, mas geralmente os dois termos são usados como sinônimos. Assim quando se fala que um investimento é de alto risco isto significa que é muito difícil prever com precisão a rentabilidade que será alcançada. No mercado financeiro o termo “risco” é usado para determinar a probabilidade de ganhos ou perdas acima ou abaixo da média do mercado.
ROI – RETORNO DE INVESTIMENTO
Indicador usado na análise de projetos, que é calculado dividindo-se o ganho obtido com o projeto sobre o montante aplicado nele. Na área de marketing, refere-se ao retorno em termos de vendas sobre o investimento em propaganda, publicidade e anúncios.

S

SALE & LEASEBACK
O Sale & Lease Back é uma operação que envolve a venda de um bem imóvel, que é imediatamente arrendando à própria empresa, que mantém total controle operacional das instalações, mediante ao pagamento de aluguel.
Nesta operação, o investidor busca estabelecer uma relação de parceria de longo prazo com a empresa por meio da compra à vista do imóvel, pelo valor de mercado, e imediata locação para o antigo proprietário
SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS
Operação de securitização de um ativo recebível (como promissórias, por exemplo) que serve de lastro para um título negociável, podendo ser vendido a investidores. Este tipo de operação é feito para se reduzir o risco de uma carteira de recebíveis, pois os créditos acabam sendo divididos entre vários investidores
SELIC (TAXA)
Taxa referencial de juros da economia brasileira, determinada pelo COPOM (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, que é considerada pelo mercado como o principal indicador de política monetária do governo.
START-UP
Termo que vem do inglês e denomina um empreendimento em fase de estruturação, implementação e organização de suas operações. Ainda que neste estágio de desenvolvimento as empresas raramente consigam gerar caixa ou lucro, elas podem representar boas oportunidades de investimento, em função de seu potencial de crescimento.

T

TAXA DE OCUPAÇÃO
O percentual sobre o total de unidades locadas no momento. O oposto de taxa de vacância.
TAXA INTERNA DE RETORNO – TIR
Usada na análise de investimentos, a taxa interna de retorno (TIR) nada mais é do que a taxa de retorno de um projeto. A TIR é a taxa de desconto que faz com que o valor atual do projeto seja zero. Um projeto é atrativo quando sua TIR for maior do que o custo de capital do projeto, e vice-versa.

V

VACÂNCIA
É o termo técnico usado no mercado imobiliário para se referir a um imóvel colocado para aluguel que está sem inquilino. Já a taxa de vacância é o percentual de um imóvel que não conseguiu locatário.
VALOR DE MERCADO
De maneira genérica no mercado financeiro indica o valor que um investidor receberia por um determinado ativo caso o mesmo fosse vendido no mercado naquele mesmo dia. Bastante usado com referência ao mercado de ações, esse indicador expressa o valor de mercado do total das ações de uma empresa e é calculado como: ValMerc = Cotação*Quantidade total de Ações
VALUATION
Valuation é o nome do processo usado pelos analistas para estimar o valor real de um ativo ou empresa. Existem várias técnicas que podem ser usadas para estimar estes valores, como, por exemplo, a análise financeira (demonstrativos apresentados pela empresa), composição da estrutura de capital, projeção de cenários para receitas, despesas e lucros futuros, modelo CAPM (Capital Asset Pricing Model) e até mesmo modelos quantitativos e estatísticos.
VENTURE CAPITAL – VC
Termo que vem do inglês e denomina uma forma de financiamento alternativa, utilizada por empresas, em geral de pequeno porte, para garantir o desenvolvimento e a expansão de suas atividades. As empresas alvo deste investimento temporário, em geral, gozam de altas taxas de crescimento e elevado nível de risco, em função do seu estágio inicial de desenvolvimento e incertezas em relação ao seu futuro. Assim, o termo Venture Capital pode classificar também os investidores que atuam na aquisição de participações em empresas menores, muitas vezes iniciantes, onde o investidor normalmente acompanha de perto e apóia o processo de gestão empresarial.

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